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como aparecer no ChatGPT
IASEO

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Como aparecer no ChatGPT, Gemini e outras IAs

August 31. 2026

“Qual é a melhor agência de marketing B2B no Brasil?”

“Quais empresas são referência em branding?”

“Recomende uma agência de SEO em São Paulo.”

“Quais empresas brasileiras trabalham com Inteligência Artificial aplicada ao marketing?”

Até pouco tempo atrás, alguém interessado nessas respostas provavelmente faria uma pesquisa no Google, abriria alguns resultados e compararia diferentes empresas.

Agora existe outro caminho.

O usuário pode fazer a pergunta diretamente para ChatGPT, Gemini ou outras ferramentas de Inteligência Artificial e receber uma lista de empresas, explicações, comparações e fontes em poucos segundos.

Para as marcas, surge uma nova disputa por visibilidade:

como fazer uma empresa aparecer nas respostas e recomendações das IAs?

Não existe um botão para cadastrar sua marca como “recomendada pelo ChatGPT”. Também não existe uma técnica capaz de garantir que determinada empresa será citada.

Mas existem estratégias que podem aumentar a capacidade dos mecanismos de busca e sistemas generativos de encontrar, compreender e reconhecer a autoridade de uma marca.

É nesse cenário que SEO, conteúdo, branding, relações públicas digitais e GEO (Generative Engine Optimization) começam a trabalhar juntos.

Como ChatGPT e Gemini encontram informações sobre empresas?

Primeiro, é importante abandonar uma ideia equivocada.

Uma resposta de IA não funciona necessariamente como uma lista fixa de empresas armazenada em um banco de dados.

Dependendo da plataforma, da pergunta e dos recursos disponíveis, a resposta pode combinar conhecimento do modelo com informações recuperadas da web e de mecanismos de busca.

O ChatGPT Search, por exemplo, pode pesquisar informações atualizadas na internet e apresentar links para as fontes utilizadas.

O Google também utiliza seus sistemas de busca para fundamentar experiências generativas, como AI Overviews e AI Mode.

Isso cria uma conexão importante entre duas disciplinas:

ser encontrável na web continua sendo importante para ser encontrável pelas IAs.

Por isso, GEO não deve ser tratado como substituto do SEO.

Ele representa uma evolução da estratégia de presença digital.

O que é GEO?

GEO significa Generative Engine Optimization.

O termo é utilizado para descrever estratégias destinadas a aumentar a presença de marcas, conteúdos e informações em mecanismos de resposta baseados em Inteligência Artificial.

Enquanto o SEO tradicional busca aumentar a visibilidade em mecanismos de busca, o GEO observa também perguntas como:

Minha marca aparece quando alguém pede recomendações para uma IA?

Ela é associada corretamente aos serviços que oferece?

As informações apresentadas sobre a empresa estão corretas?

Quais fontes aparecem quando uma IA responde sobre o meu mercado?

Concorrentes são citados enquanto minha empresa não aparece?

Na prática, SEO e GEO possuem uma grande área de interseção.

Conteúdo de qualidade, rastreabilidade, autoridade, estrutura técnica e presença externa continuam relevantes.

A diferença está na forma como o usuário consome a informação.

Não existe “SEO secreto para ChatGPT”

Com a popularização das buscas generativas, também surgiram inúmeras supostas técnicas para “hackear as IAs”.

Arquivos especiais.

Schemas milagrosos.

Textos escritos apenas para robôs.

Repetição excessiva do nome da empresa.

Centenas de páginas produzidas automaticamente.

É preciso cuidado.

O Google afirma explicitamente que não existe um schema especial necessário para aparecer em AI Overviews ou AI Mode e que as práticas fundamentais de SEO continuam relevantes para suas experiências generativas.

Produzir conteúdo em escala apenas para manipular mecanismos de busca também pode representar um problema quando essas páginas não oferecem valor original.

A estratégia sustentável é outra:

tornar sua marca uma fonte clara, relevante, confiável e reconhecível dentro do seu mercado.

1. Deixe extremamente claro o que sua empresa faz

Parece básico.

Mas muitas empresas possuem sites que não explicam claramente:

  • o que fazem;
  • para quem fazem;
  • quais problemas resolvem;
  • onde atuam;
  • quais são suas especialidades;
  • quais serviços oferecem;
  • quais resultados já entregaram.

Isso dificulta tanto a experiência humana quanto a compreensão da marca por sistemas de busca.

Compare:

“Transformamos negócios através de experiências que conectam pessoas e possibilidades.”

com:

“Agência de marketing especializada em estratégias B2B, branding, SEO, mídia e tecnologia.”

A primeira frase pode funcionar como conceito de campanha.

A segunda fornece informações muito mais objetivas sobre a empresa.

Isso não significa abandonar criatividade.

Significa equilibrar posicionamento de marca e clareza semântica.

2. Construa autoridade temática

Publicar um artigo sobre determinado assunto não transforma automaticamente uma empresa em referência naquele tema.

Autoridade é construída por consistência.

Se uma agência deseja ser reconhecida como especialista em Marketing B2B, por exemplo, seu ecossistema de conteúdo pode abordar:

  • estratégias de Marketing B2B;
  • geração de demanda;
  • CAC;
  • ROI;
  • ABM;
  • jornada de compra;
  • vendas complexas;
  • integração entre marketing e vendas;
  • cases B2B;
  • tendências do mercado.

Esses conteúdos devem estar conectados entre si.

Com o tempo, o site deixa de possuir apenas uma página mencionando “Marketing B2B” e passa a construir um território semântico relacionado ao assunto.

Essa lógica continua sendo relevante para SEO e ganha uma nova dimensão quando mecanismos generativos precisam identificar fontes capazes de responder perguntas específicas.

3. Produza conteúdos que realmente mereçam ser citados

Existe uma diferença importante entre conteúdo criado apenas para ocupar uma keyword e conteúdo que adiciona informação à internet.

Considere dois artigos:

“10 tendências de marketing para conhecer”

e:

“Analisamos 150 campanhas B2B brasileiras: estes foram os 7 padrões das que mais geraram demanda.”

O segundo possui algo próprio.

Dados originais.

Metodologia.

Análise.

Conclusões.

Esse tipo de conteúdo aumenta as possibilidades de conquistar links, menções e citações.

Alguns ativos especialmente interessantes são:

  • pesquisas próprias;
  • estudos de mercado;
  • benchmarks;
  • levantamentos;
  • cases;
  • dados proprietários;
  • análises de especialistas;
  • frameworks;
  • metodologias;
  • ferramentas;
  • relatórios.

Em uma web cheia de conteúdos semelhantes, informação original se torna um diferencial competitivo.

4. Transforme cases em sinais de especialização

Imagine que alguém pergunte:

“Qual agência brasileira tem experiência com marketing para empresas de tecnologia?”

Não basta uma agência afirmar em sua página:

“Somos especialistas em tecnologia.”

É muito mais forte existir evidência pública dessa experiência.

Cases ajudam a criar essa evidência.

Um case bem estruturado pode informar:

Cliente → mercado → problema → estratégia → execução → resultados.

Além da conversão, isso cria associações importantes entre entidades.

Marca + setor.

Marca + serviço.

Marca + cliente.

Marca + resultado.

Quanto mais claras forem essas relações, mais fácil se torna entender onde aquela empresa possui experiência real.

5. Faça sua marca existir além do próprio site

Imagine uma empresa dizendo em 200 páginas do próprio domínio:

“Somos a melhor agência de marketing do Brasil.”

Agora imagine outra sendo mencionada por veículos especializados, clientes, parceiros, eventos, premiações, entrevistas e outros sites relevantes.

Qual delas apresenta sinais externos mais convincentes de autoridade?

A presença externa importa.

Isso pode envolver:

  • assessoria de imprensa;
  • Digital PR;
  • backlinks editoriais;
  • entrevistas;
  • artigos assinados;
  • eventos;
  • rankings relevantes;
  • diretórios confiáveis;
  • podcasts;
  • associações;
  • parceiros;
  • avaliações;
  • comunidades.

O objetivo não deveria ser simplesmente “conseguir backlinks”.

É construir uma pegada digital coerente da marca.

6. Trabalhe entidades, não apenas palavras-chave

SEO tradicional frequentemente começa com keywords.

“Agência de marketing.”

“Marketing B2B.”

“Agência de branding.”

Essas palavras continuam importantes.

Mas sistemas modernos também precisam compreender entidades e suas relações.

Por exemplo:

CMLO&CO → agência de marketing

CMLO&CO → Marketing B2B

CMLO&CO → branding

CMLO&CO → tecnologia

CMLO&CO → cliente X

CMLO&CO → projeto Y

Quanto mais consistente for essa informação entre site, cases, perfis, notícias e outras fontes confiáveis, mais clara tende a ser a identidade digital da empresa.

Isso também exige consistência.

Nome diferente em cada lugar, descrições contraditórias ou serviços mal definidos podem dificultar a compreensão da marca.

7. Crie páginas específicas para seus serviços

Uma única página dizendo que a empresa faz “marketing, branding, conteúdo, SEO, performance, tecnologia, social e estratégia” dificilmente terá profundidade suficiente para explicar cada competência.

Uma arquitetura melhor pode possuir páginas específicas para serviços estratégicos.

Por exemplo:

/marketing-b2b/

/branding/

/seo/

/social-media/

Cada página pode explicar:

  • o serviço;
  • os problemas que resolve;
  • metodologia;
  • diferenciais;
  • cases relacionados;
  • perguntas frequentes;
  • especialistas envolvidos;
  • conteúdos relacionados.

Isso melhora a experiência do usuário e cria páginas mais específicas para diferentes intenções.

8. Responda às perguntas que as pessoas fazem para as IAs

As pesquisas estão ficando mais conversacionais.

Em vez de:

“agência marketing B2B”

o usuário pode perguntar:

“Qual agência é mais indicada para uma empresa B2B com ciclo de vendas longo?”

Ou:

“Qual a melhor agência para uma empresa SaaS que precisa reduzir CAC?”

Isso muda a estratégia de conteúdo.

Mapear apenas keywords pode não ser suficiente.

Também é necessário mapear perguntas, problemas, comparações e critérios de decisão.

Alguns exemplos:

“Quanto custa contratar uma agência de marketing?”

“Como escolher uma agência de branding?”

“Agência 360 ou especializada: qual contratar?”

“SEO ou mídia paga: onde investir primeiro?”

“Qual agência tem experiência no setor de tecnologia?”

São perguntas muito próximas de decisões comerciais.

E são justamente o tipo de pergunta que usuários podem levar para ferramentas de IA.

9. Produza conteúdo comparativo sem medo

Empresas costumam evitar comparações.

Mas compradores fazem comparações de qualquer maneira.

Isso abre oportunidades para conteúdos como:

Agência interna ou agência terceirizada?

Agência 360 ou agência especializada?

SEO ou mídia paga?

Inbound ou outbound para B2B?

Quanto custa uma agência de marketing?

Como comparar propostas de diferentes agências?

Conteúdos assim ajudam o comprador a construir critérios.

A empresa deixa de falar apenas sobre si mesma e passa a participar da construção da decisão.

10. Fortaleça os sinais de experiência e autoria

Quem está falando?

Por que essa pessoa entende do assunto?

A empresa possui experiência real?

Existem projetos relacionados?

Essas perguntas importam para a credibilidade do conteúdo.

Artigos podem apresentar autores reais, cargo, experiência e conexão com a área abordada.

Cases podem mostrar quem participou do projeto.

Estudos podem explicar metodologia e fonte dos dados.

Opiniões podem ser atribuídas a especialistas.

Isso transforma conteúdo genérico em conhecimento associado a pessoas e organizações identificáveis.

11. Garanta que o site possa ser rastreado e compreendido

Nenhuma estratégia de GEO compensa problemas técnicos graves.

Alguns pontos continuam fundamentais:

  • páginas indexáveis;
  • robots.txt configurado corretamente;
  • links internos;
  • arquitetura clara;
  • conteúdo importante disponível em texto;
  • páginas rápidas e acessíveis;
  • dados estruturados coerentes com o conteúdo;
  • canonical correto;
  • sitemap atualizado.

Para os recursos generativos do Google, uma página precisa estar indexada e elegível para aparecer normalmente na Busca para poder ser exibida como link de apoio.

Ou seja:

SEO técnico continua sendo infraestrutura para visibilidade generativa.

12. Não crie conteúdo apenas com IA e publique em escala

IA pode acelerar pesquisa, estruturação, análise e produção.

O problema começa quando empresas utilizam modelos generativos para publicar centenas de páginas praticamente iguais sem adicionar conhecimento próprio.

Se qualquer concorrente consegue gerar o mesmo artigo usando o mesmo prompt, qual é o motivo para sua página ser considerada a melhor fonte?

Use IA para aumentar capacidade.

Depois acrescente aquilo que o modelo não possui:

experiência.

dados.

opinião.

cases.

especialistas.

contexto.

metodologia própria.

A vantagem competitiva não está em gerar mais texto.

Está em produzir informação que outras marcas não conseguem simplesmente copiar.

13. Monitore sua presença nas respostas das IAs

Se ChatGPT, Gemini e outras plataformas passaram a fazer parte da jornada de busca, também precisamos acompanhar essa presença.

Crie um conjunto de prompts relevantes para o negócio.

Por exemplo:

“Quais são as principais agências de Marketing B2B do Brasil?”

“Quais agências de marketing são referência em São Paulo?”

“Recomende agências especializadas em branding.”

“Quais agências possuem experiência com empresas de tecnologia?”

Depois acompanhe periodicamente:

  • sua marca aparece?
  • quais concorrentes aparecem?
  • em quais contextos?
  • quais características são atribuídas à marca?
  • quais fontes sustentam as respostas?
  • quais páginas são citadas?
  • existem informações incorretas?

Não trate uma única resposta como ranking definitivo.

Respostas generativas podem variar conforme plataforma, contexto, localização, atualização dos dados e formulação da pergunta.

O objetivo é identificar padrões.

Como aumentar as chances de aparecer no ChatGPT?

Não existe uma fórmula garantida.

Mas existe uma estratégia bastante clara.

Sua marca precisa ser:

Encontrável — mecanismos precisam conseguir acessar suas informações.

Compreensível — deve estar claro quem você é, o que faz e para quem.

Relevante — seu conteúdo precisa responder às perguntas do mercado.

Confiável — afirmações precisam de evidências.

Reconhecida — outras fontes precisam mencionar sua marca.

Consistente — informações não podem mudar radicalmente entre diferentes ambientes.

Útil — seu conteúdo precisa oferecer algo além do que já existe.

Essa combinação aproxima SEO, GEO, branding, conteúdo e Digital PR.

SEO morreu com ChatGPT e Gemini?

Não.

O comportamento de busca está mudando, mas isso não torna os fundamentos de SEO irrelevantes.

Na verdade, a relação pode ser justamente o contrário.

Experiências generativas também precisam encontrar informações.

Precisam descobrir páginas.

Interpretar conteúdos.

Selecionar fontes.

Determinar relevância.

No ecossistema do Google, a própria empresa afirma que seus recursos generativos utilizam os sistemas centrais de ranking e qualidade da Busca para recuperar páginas relevantes e atualizadas.

Portanto, SEO continua sendo parte importante da infraestrutura.

O que muda é o objetivo.

Antes, a pergunta era principalmente:

“Como aparecer entre os primeiros resultados?”

Agora também precisamos perguntar:

“Como fazer minha marca participar da resposta?”

De ranking para recomendação: a nova disputa pela visibilidade

Durante anos, marcas disputaram posições.

Primeiro lugar.

Top 3.

Primeira página.

Essa disputa continua existindo.

Mas uma segunda camada está crescendo.

A disputa por recomendação.

Quando alguém pergunta para uma IA:

“Quais empresas devo considerar?”

estar entre as marcas mencionadas pode acontecer antes mesmo de uma visita ao site.

Isso transforma a presença digital em algo maior do que tráfego.

Uma empresa precisa construir sinais suficientes para ser reconhecida como uma opção relevante dentro de determinada categoria.

E isso não acontece instalando um plugin de GEO.

Acontece construindo autoridade.

GEO não substitui SEO. E SEO não funciona isolado da marca.

As fronteiras entre busca, conteúdo, reputação e branding estão ficando cada vez menores.

Uma estratégia preparada para esse cenário combina:

SEO, para garantir descoberta, indexação e autoridade orgânica.

GEO, para acompanhar e ampliar presença em experiências generativas.

Conteúdo, para responder perguntas e construir profundidade temática.

Digital PR, para gerar reconhecimento e sinais externos.

Branding, para construir associações claras e consistentes.

Cases, para provar experiência.

Dados, para produzir informações que mereçam ser utilizadas como referência.

No fim, a lógica é bastante simples.

Para uma Inteligência Artificial recomendar sua empresa, primeiro precisa existir informação suficiente para entender quem sua marca é, no que ela é boa e por que ela merece estar naquela conversa.

Na CMLO, SEO, tecnologia, dados, conteúdo e estratégia de marca trabalham juntos para construir presença em uma jornada de busca que já não acontece apenas no Google.

Porque o próximo cliente pode não pesquisar apenas:

“agência de marketing”.

Ele pode perguntar:

“qual agência você recomenda?”

E sua marca precisa estar preparada para fazer parte da resposta.

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